Lead

Quê? Um canal online com portfólio, reportagens, resenhas e algumas divagações.

Quem? Eu, Ludimila Honorato, mas dizer quem eu sou é pedir definições, e atribuir definições a uma pessoa é limitá-la. Estamos em constante construção e transformação, e esta é a beleza de ser: poder mudar. Mas para que saiba um pouco sobre mim, vou contar algumas coisas.

Quando? Em 1993, vim ao mundo numa terça-feira,  23 de março, às 21h40. Se você é bom em horóscopo, já sabe que meu signo é Áries, mas não sou ligada nisso. Este canal, no entanto, chegou ao mundo em outubro de 2015.

Como? Com palavra. Tem uma frase da Clarice Lispector de que gosto muito e traduz bem o que a palavra e o jornalismo significam para mim:

Minha liberdade é escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo.

A escrita é meu ponto de fuga, uma espécie de para-raios em que descarrego energias boas e ruins, é onde me sinto livre, pois não há quem restrinja o que escrevo. Nesses casos, escrevo apenas para mim. Mas é também com palavra que o jornalismo exerce seu papel, é com ela que eu exerço meu papel de jornalista. E aí está o domínio, querendo ou não. É preciso saber usar. Com palavra, o jornalismo é capaz de provocar, ajudar, traduzir o mundo, emocionar as pessoas… E para demonstrar o poder da palavra, um provérbio chinês:

Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a oportunidade perdida e a palavra pronunciada.

Onde? Moro em São Mateus, extremo da Zona Leste de SP, me formei em Jornalismo na unidade Mooca da Universidade São Judas e faço aulas de violino e dança de salão na Fábrica de Cultura do Belém. Profissionalmente, produzo conteúdo para a Na Responsa!, um site feito de jovem para jovem. Pras reuniões de pauta, me desloco até a Armênia e atravesso a cidade em busca de histórias.

Por quê? Porque quero dividir para multiplicar, quero divulgar meu trabalho e quero descobrir outras coisas para fazer, conhecer e, assim, mostrar pra você.

Extra: Aquelas indicações de lugar também são importantes porque, caso não tenha percebido, ganho, no mínimo, 1h30min no transporte público (só ida) para realizar minhas atividades. Ganho porque é nesse tempo que faço mais uma das coisas que me dão prazer: ler. E posso dizer que leio de tudo, tal como literatura brasileira, livro-reportagem, ficção científica, mistério, fantasia e Freud(!). Mas sou fascinada por relatos históricos e biográficos, de onde e quem for.

Confissão: pouco menos de seis horas por semana de violino, em grupo, não são suficientes pra aprimorar técnicas e me fazer tocar bem um instrumento tão lindo, tão clássico e tão difícil, mas arranho um pouco. Digo o mesmo da dança de salão (duas horas por semana), embora essa arte me acompanhe desde pequena, quando fazia aulas de jazz. Me garanto mais no jornalismo.

Crédito da foto: João Neres